7.3.16

BREVE CRÔNICA SOBRE A FELICIDADE

Por Bráulio Wanderley

Qual a dificuldade do humano em se doar? A doação do seu EU é  (ou deve) ser recíproca. O carinho não deve ser comedido, o ato de se entregar não merece ser pautado pelo receio do fracasso.

Sinceridade no abraço, a simbologia do beijo, o papo aberto e maduro são exigências para qualquer forma de maturar uma relação social, da amizade ao matrimônio.

Viver indica a orientação da busca aristotélica da felicidade plena, percalços vão existir, é nato da formação humana, tal qual a superação dos eventuais desgastes. Superação implica em virar páginas e escrever novos momentos, não tornar a breve vida um eufemismo de muro das lamentações, do remoído de outroras frustrações.

O convívio não requer a anulação do outro lado, mas o compartilhamento de novas sociabilidades, novos aprendizados, quebrar antigos paradigmas.

A vida nos exige isso, portanto, seja feliz. Deseje a si e aos outros a felicidade e a alegria nos muitos ares de nossa existência material, afinal, quem usufrui as alegrias não desperdiça seu tempo elaborando ou praticando o mal.

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