17.2.16

A ESPERANÇA NA POESIA DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

“ Um mundo enfim ordenado
Uma pátria sem fronteiras
Sem leis e regulamentos
Uma terra sem bandeiras
Sem igrejas, nem quarteis
Sem dor, sem febre, sem ouro
Um jeito só de viver
Mas nesse jeito, a variedade
A multiplicidade toda
Que há dentro de cada um
Uma cidade sem portas
De casas sem armadilha
Num país de riso e glória
Como nunca houve nenhum
Este país não é meu,
Nem vosso ainda, poetas
Mas ele será um dia
O país de todo homem”

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