6.5.13

ELEIÇÃO AO GOVERNO DE PERNAMBUCO EM 2014 "AMEAÇA" ALIANÇAS DE EDUARDO CAMPOS


A disputa pela “indicação” e sucessão do governo de Pernambuco pode atrapalhar as alianças para os planos presidenciáveis de Eduardo Campos (PSB) em 2014. No estado, alguns grupos já demonstram que podem lançar candidaturas alternativas dentro da base governista. A informação é destaque da coluna de Vera Magalhães no jornal Folha de S. Paulo desta segunda-feira (6).
No PSB, comenta-se que o governador é favorável à candidatura de seu vice João Lyra Neto (PDT), que está de saída da legenda. A movimentação não agrada e o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, também do PSB, começa a ser cortejado pelo PT e até pelo PMDB. O vice-presidente, Michel Temer, tem feito ainda a corte ao senador Armando Monteiro Neto (PTB).
“O governador de Pernambuco enfrenta problema semelhante ao de Aécio Neves (PSDB): a sucessão para o governo de Pernambuco ameaça desagregar a extensa aliança que lhe dá sustentação e com a qual espera contar, ao menos em parte, em seu projeto presidencial”, destaca.
“Há pelo menos três candidatos a governador na base: o vice-governador, João Lyra (PDT), o senador Armando Monteiro (PTB) e o ministro da Integração, Fernando Bezerra (PSB). Para tentar evitar a diáspora, a decisão será só em outubro.”
A colunista, porém, acredita que Lyra poderá ser candidato ao governo do estado pelo PDT. Pois, seu partido atual poderia apoiar o projeto nacional de Campos em 2014. “Como a maior aposta é que Campos lance Lyra para, se possível, ter o PDT em sua chapa nacional, os demais têm sido alvo de sondagens. Além do assédio do PT a Bezerra, o vice-presidente, Michel Temer (PMDB), tem feito a corte a Monteiro”.

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